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A filosofia morreu, viva a filosofia!!! Diante da crise que se abate o mundo contemporâneo nada mais vivo que a filosofia. Entende-se a filosofia em filosofia teórica e filosofia prática. A filosofia teórica trata do conhecimento e dos problemas filosóficos em geral, da organização do pensamento e das relações teóricas vigentes de forma geral. Podem ser incluídas as questões de natureza metafísica, epistemológica, propriamente filosófica, da filosofia da ciência, da mente, da linguagem, dentre outros problemas da filosofia especulativa. A filosofia prática trata de refletir sobre os objetos práticos, os
comportamentos e as condutas humanas. Ou seja, o pressuposto aqui a ser explicitado tem como objeto central a ética.
A filosofia pensa seriamente sobre a ética.

Para que se compreenda a importância da reflexão proposta pela filosofia prática, é fundamental pensar se é possível uma ética para responder as graves questões que estamos vivendo? É possível o desenvolvimento de uma ética universalmente válida para todos os homens, considerando os diferentes contextos socioculturais?

A filosofia cumpre uma tarefa de grande relevância em nosso tempo. Assim, levantar os argumentos para as discussões de temas limítrofes, tais como: a relação vida e morte (eutanásia), aborto, aplicação de experimentos em seres vivos, a modificação genética (uso de células tronco), bem como as condições de existência e percepção do mundo, ou mesmo a vida do planeta Terra, a destruição do meio ambiente (o problema ecológico) e até a existência de Deus. São temas abertos a dúvida que apenas a filosofia busca refletir e responder. Portanto, enquanto a norma for insuperável para regrar a vida dos homens e as sociedades humanas, ou mesmo a existência dos problemas humanos se colocar, como a miséria, a pobreza, a fome, as guerras, ou melhor, enquanto o homem não conseguir ser feliz se impõe a necessidade da filosofia.

A filosofia como saber radical, que vai às últimas consequências, quando chegar à pergunta que responderá todas as perguntas, ou mesmo atingir ao que se convencionou chamar por grau zero do conhecimento, possivelmente, teremos uma solução à problemática colocada pela humanidade há milhares de anos. Se a filosofia não conseguir responder, pelo menos terá cumprido uma função altamente relevante para a humanidade: a certeza que é necessária, categoricamente, perguntar.

 

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